Você sabe quais as vantagens de armazenar seus arquivos na nuvem?

 

 

Armazenar em nuvem é basicamente colocar arquivos em servidores externos que podem ser acessados de qualquer lugar. Hoje em dia, é comum criar e armazenar arquivos diretamente na nuvem, sem a necessidade de equipamentos físicos para isso. Ainda há uma desconfiança em questão de segurança, por se guardar arquivos fora da empresa. Mas a tendência é que isso aumente a cada ano.

Armazenamento em nuvem é mais seguro.

O que mais chamava atenção para desconfiança, é o fator que mais prioriza o uso da nuvem. A segurança vem como um dos atrativos para a escolha deste meio de armazenamento. O modo local traz riscos como panes, falhas elétricas e até mesmo furtos.
O uso de criptografia impossibilita a ação criminosa de furto de informações e acesso sem permissão. Mas vale algumas dicas para manter a segurança ativa como senhas difíceis, trocas das senhas constantemente e determinar níveis de acesso.

Acesso automático e sincronizado de qualquer lugar

A partir do armazenamento em nuvem, você consegue ter acesso em qualquer lugar com internet. Se precisar estar em seu escritório/estabelecimento para conferir dados e informações. Todos que tem acesso também podem acompanhar qualquer alteração em tempo real, não importa onde estejam.

Backup constante

Já experimentou trabalhar com um documento de texto produzido diretamente na nuvem? O famoso botão de “salvar”, que antes precisava ser pressionado a cada cinco minutos pelo menos, desapareceu. A nuvem faz o backup automático e constante dos documentos, sem que você tenha de se preocupar com isso. É o fim daquela sensação terrível de trabalhar por horas e, num segundo, perder todo o serviço.

O armazenamento em nuvem é sustentável

Redução do gasto de energia elétrica com refrigeração de máquinas, de arquivos em papel e do número de computadores ? sua empresa torna-se mais sustentável com o uso da nuvem.

Por isso nosso app tem um serviço online, você poderá acompanhar tudo de qualquer lugar, em tablets e smartphones.

 

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Melhore a gestão do seu estoque.

Controle é essencial para o sucesso da sua empresa. Confira dicas do especialista Rodrigo Vasconcellos.

A gestão do estoque é um dos fatores essenciais para o sucesso de um negócio. Ao comprar quantidade certa, negociar o melhor preço possível e evitar o desperdício, o empreendedor consegue tornar mais rentável seu bar ou restaurante.

De acordo com Rodrigo Vasconcellos, da CMV Solutions, consultoria especializada na otimização de recursos de bares e restaurantes, gerenciar bem o estoque não é uma tarefa agradável. “A atividade não é fácil, mas pode levar sua empresa mais longe”, afirma.

Vasconcellos foi um dos participantes do PEGN Labs, evento voltado a donos de bares e restaurantes e empreendedores interessados em atuar no setor. Durante o Labs, o consultor deu dicas para empreendedores. Confira:

  1. Diversifique os fornecedores

Por conveniência, muitos empreendedores costumam comprar todos os seus produtos de um ou de poucos fornecedores. No entanto, tal prática pode fazer o dono do bar ou restaurante perder dinheiro. “Cada fornecedor consegue ser mais competitivo em um determinado tipo de produto”, diz Vasconcellos. Ao comprar vários itens de um único vendedor, o empreendedor diminuir suas chances de conseguir os melhores preços. Por isso, o consultor sugere que os donos de bares ou restaurantes “colham cerejas”. O termo é inspirado na expressão inglesa “cherry picking”, que denota um trabalho mais detalhado nas busca por algo importante para um negócio. “Dedique um tempo à colheita. Ter vários fornecedores pode cortar seus custos de forma significativa.”

  1. Use a regra 20/80

De acordo com Vasconcellos, existe uma maneira simples e eficaz de fazer a gestão dos estoques: a “regra 20/80”. “Esse método diz que 20% dos seus produtos são responsáveis por 80% da sua lucratividade”, diz o fundador da CMV. Ele afirma que, com isso em mente, o empreendedor pode focar na gestão de seus produtos mais lucrativos caso não tenha tempo para se debruçar sobre o controle de todo o estoque. “Com a ‘regra 20/80’, quem tem um bar ou restaurante pode ser muito mais assertivo nesse trabalho.”

  1. Controle a entrada e a saída de produtos com rigor

Quem tem um bar já deve ter passado por isso: o cliente pede uma dose maior a um bartender, e ele dá “um chorinho” a mais. De acordo com Vasconcelos, esse tipo de agrado interfere na lucratividade do negócio. “É difícil controlar a saída de produtos que são vendidos em forma de dose, mas é preciso ter rigor para aumentar as margens”, diz.

  1. Lembre-se de que problemas sempre existirão

Apesar da necessidade de controle, Vasconcellos ressalta que sempre haverá desperdícios. “Garrafas quebram, coisas estragam, funcionários em treinamento usam mais produtos do que o necessário. Esses são apenas alguns dos fatores quase inevitáveis que levam a um gasto maior de insumos. Não pense que será possível acabar com o desperdício.”

Via PEGN

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O que é a NFC-e e quais suas vantagens?

A NFC-e é um documento eletrônico utilizado no varejo, visando controlar e fiscalizar as vendas. Este novo documento veio para informatizar a emissão do cupom fiscal, efetuando a comunicação com a SEFAZ para cada venda. Com a Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica as secretarias de fazenda recebem informações da nota fiscal em tempo real, com isso, registrando as vendas e podendo ser consultada posteriormente pelo cliente.

Quais as vantagens de se usar a NFC-e?

– Agilidade e segurança no registro de Emissor de Cupom Fiscal;

– Diminuição considerável dos gastos com papel;

– Redução de gastos com equipamentos Emissor de Cupom Fiscal (ECF) e softwares;

– Envio em tempo real para a Secretaria da Fazenda.

– Consulta do documento fiscal através de smartphone e tablet.

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Como se tornar um MEI (microempreendedor individual).

Consultores do Sebrae explicam tudo que o microempreendedor precisa para se formalizar como MEI.

Criado em julho de 2009, o Microempreendedor Individual (MEI) é considerado a porta de entrada para o mundo empresarial. É, atualmente, a maneira mais simples que uma pessoa tem para abrir uma empresa no Brasil e tudo pode ser feito pelo próprio empreendedor.

Para ajudar aqueles que querem se aventurar nesse caminho, o SEBRAE montou o seguinte passo a passo com a ajuda dos consultores do Sebrae-SP Marcelo Ulliana e Filipe Rubim.

O que você vai fazer?

Não são todas as atividades comerciais que podem ser praticadas por um Microempreendedor Individual. É preciso consultar a lista de atividades no Portal do Empreendedor. Isso deve ser feito antes mesmo de pensar no modelo de negócio.

Se a atividade desejada não estiver na lista, será preciso que o empreendedor busque outra formalização, através de uma Sociedade Limitada ou de uma Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli).

Qual será o tamanho do negócio?

O MEI é uma modalidade de empresa exclusiva para empreendedores individuais e não permite sócios. Além disso, o faturamento anual da empresa não pode ultrapassar R$ 60 mil e só é possível contratar apenas um funcionário. Por conta disso, Ulliana aconselha que os empreendedores façam o plano de negócio antes de decidirem abrir MEI, pois precisam ter certeza de que optaram pela modalidade correta. “O próximo passo então será ir até a prefeitura para ver se eu posso abrir uma lanchonete no endereço desejado”.

Onde você quer trabalhar?

Cada município do Brasil possui uma lei de zoneamento que separa os bairros da cidade de acordo com as atividades que podem ser realizadas nos locais. Alguns bairros são estritamente residenciais, outros podem conter comércio e os mais afastados são específicos para a indústria.

A atividade que o empreendedor quer realizar precisa ser coerente com o local desejado e isso também deve ser consultado antes do empreendedor se formalizar. Existem diferentes maneiras de verificar um endereço e elas variam em cada cidade. Alguns municípios contam com sistemas online que permitem a verificação, outros têm espaços de atendimento aos empreendedores que facilitam o processo e, na ausência dessas opções, é preciso entrar em contato com a Secretaria de Urbanismo da cidade.

“O empreendedor deve ter certeza do endereço que está consultando. Então, via de regra, é sempre melhor consultar o endereço tendo uma cópia do IPTU em mãos. No caso de aluguel, leve o contrato de locação”, diz Ulliana.

Bombeiro, vigilância sanitária e outros

Ao mesmo tempo em que consulta o endereço, o empreendedor também precisa verificar quais são as autorizações específicas que seu negócio exige. Dependendo da área, é preciso solicitar autorização dos bombeiros e da vigilância sanitária. “Na prefeitura, o empreendedor pode encontrar a relação de autorizações que irá precisar para seu negócio, mas também é possível verificá-las através do Sebrae”, explica Ulliana.

Portal do Empreendedor

Depois que tiver conferido tudo, o empreendedor poderá finalmente se formalizar como MEI. O processo deve ser feito através do Portal do Empreendedor, onde será preciso informar os dados pessoais, um endereço e a atividade comercial que será praticada.

“As pessoas que tiverem dificuldade em fazer o cadastro pelo Portal do Empreendedor podem buscar ajuda na prefeitura ou nos espaços de atendimento ao trabalhador da sua cidade”, recomenda Filipe Rubim, consultor de projetos do Sebrae.

Ao fim do processo, o empreendedor irá receber um certificado de MEI que já apresenta o número do seu Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

Emissão de nota fiscal

O Portal do Empreendedor permite a formalização nas esferas federal e estadual, o que significa que ainda falta a etapa municipal. Portanto, será preciso voltar à prefeitura para fazer o Cadastro de Contribuinte Mobiliário (CCM). Essa inscrição irá permitir que o empreendedor emita nota fiscal para prestação de serviços, pois esse tipo de atividade recolhe impostos para o município.

Cada município tem seu procedimento de cadastro. Algumas cidades oferecem esse serviço pela internet, enquanto outras exigem que o empreendedor se desloque até o prédio da prefeitura.

Para atividades de comércio ou indústria, a emissão de nota fiscal envolve a Secretaria da Fazenda do estado em que o empreendedor estiver. Então, será preciso entrar nos sites dessas entidades para solicitar a permissão.

Direitos

Os impostos pagos pelos empreendedores que optam pelo MEI são cobrados pelas regras do Simples Nacional. Isso significa que tudo é pago de uma vez pela guia mensal DAS (Documento de Arrecadação Simplificada), emitida no Portal do Empreendedor.

“O empreendedor que opta pelo MEI paga um imposto fixo de 5% do salário mínimo, para a previdência social dele próprio. O imposto cobrado é relativamente pequeno, afinal, o profissional liberal comum recolhe 20%. É uma política de inclusão que ajuda as pessoas que antes trabalhavam na informalidade e terem direito a auxílio doença, licença-maternidade, pensão por morte, além da própria previdência”, explica Ulliana.

Além dos 5% do salário mínimo, o MEI paga ainda R$ 5 se for prestador de serviços e R$ 1 se for trabalhar com comércio ou indústria. “Se alguém tem um salão de beleza e vende cosméticos, por exemplo, deve pagar as duas taxas, além da porcentagem do salário mínimo”, diz Ulliana.

E quando o negócio crescer?

Caso o empreendedor tenha um desempenho além do esperado e ultrapasse o limite dos R$ 60 mil, ele será taxado proporcionalmente pelo valor excedente, desde que o faturamento não passe de R$ 72 mil. Além disso, em janeiro do ano seguinte, a empresa deixa de ser MEI e passa a ser microempresa (ME).

Acima de R$ 72 mil, o MEI também será classificado automaticamente como ME no ano seguinte e ainda terá que pagar valores retroativos referentes ao faturamento do último ano. “Como o retroativo é cobrado todo de uma vez, muitas empresas acabam fechando por causa disso. Para o desenvolvimento sustentável da empresa, quando o MEI ultrapassar o faturamento, o melhor que ele tem a fazer é mudar de categoria de empresa”, explica Rubim.

A migração é feita através do Portal do Simples Nacional e o empreendedor precisa contratar um contador.

VIA PEGN

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Como utilizar o código de defesa do consumidor?

O Código de Defesa do Consumidor é um documento regulador do relacionamento entre cliente e empresa. Cumprir as suas regras não significa apenas estar dentro da Lei, mas, principalmente, manter uma relação saudável com o mercado.

É um engano acreditar que o Código de Defesa do Consumidor é um documento tendencioso que só reforça a máxima que cliente tem sempre razão. Na verdade, o Código é um regulador que estabelece direitos e deveres para todos os envolvidos em uma relação de consumo.

É o caso típico dos procedimentos de trocas de mercadorias que não apresentam defeitos. É garantido pelo Código, o direito do comerciante não efetuar a troca, ao contrário do que muitos consumidores acreditam. É óbvio que as práticas comerciais recomendam não entrar em polêmicas com o cliente a ponto de gerar uma insatisfação irreversível. Mesmo sem defeito é prudente fazer a troca para que o cliente não experimente a tolerância da concorrência, mas isso é questão de bom senso, não de lei.

Existe apenas uma exceção nos casos de troca sem defeito: quando a transação é feita fora do ambiente do estabelecimento. É o Direito de Arrependimento dado ao comprador que não teve a oportunidade de ver ou tocar no produto. São situações comuns em vendas online, por catálogo ou telefone. Se o cliente se arrepender a empresa deve trocar o produto em sete dias. Prazo que começa a contar a partir do recebimento da mercadoria ou da assinatura do contrato. Já quando o produto apresenta defeito, o próprio Código estabelece como deve ser o procedimento para que ninguém saia ferido em seus direitos.

Portanto, mais importante do que seguir a lei e manter um exemplar do Código de Defesa do Consumidor em lugar visível e acessível dentro da loja, o empreendedor tem que tê-lo como um verdadeiro guia para não cometer falhas em promoções, adotar práticas abusivas ou teimar em ter razão quando um produto apresenta um vício oculto.

Via: canal do franchising

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7 dicas para inovar no varejo.

Os valores intangíveis que as marcas criam para um produto mudaram a forma do cliente comprar: o que antes era um diferencial, agora é uma necessidade básica. Neste sentido, a inovação é muito importante para os varejista: através dela é possível desenvolver/oferecer produtos customizados ao perfil do consumidor e àquilo que ele deseja.

Lembre-se que a inovação eficiente é aquela boa para o cliente e para o negócio. Deve encantá-lo, conquistá-lo e fidelizá-lo. Além disso, a pesquisa e a dedicação em inovar têm de ser constantes e em sintonia com as mudanças de comportamento do público.

Dicas para os lojistas inovarem

  1. As mudanças devem fazer sentido para a empresa e impactar positivamente o consumidor, gerando satisfação e vendas. Por isso, a loja precisa estar, ser e acontecer na forma como o cliente quer, no local onde ele prefere, da maneira como ele precisa e proporcionando a experiência que ele, via de regra, nem imagina;
  2. O diferencial nem sempre está no produto, mas sim na forma de ofertá-lo;
  3. Fique de olho nas novas tecnologias que podem melhorar o funcionamento da loja e o atendimento à clientela;
  4. Acompanhe e antecipe as novas tendências. Esteja sempre atento às novas referências e estude novas modalidades de consumo, e a partir daí, adote processos internos para se adequar;
  5. Utilize as inovações tecnológicas para estabelecer novos meios de contato entre a loja a física e a digital;
  6. Em caso de ferramentas de interação com a clientela, quanto mais fácil for o seu manuseio e sua interface, mais fácil será o engajamento da clientela;
  7. As inovações podem ser grandes aliadas para conhecer mais sobre o seu público-alvo, extraindo informações cada vez mais valiosas sobre ele.

VIA: Sebrae Mercados.

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